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AS “LENTES” COM QUE VEMOS OS OUTROS
Paula Neves
Project Manager | Legacy Consulting
 
 
 
 

Uma das queixas que ouvimos com frequência aos nossos clientes, quando os questionamos sobre os desafios da sua função, é… o terem de lidar com algumas pessoas. As “complicadinhas”, as dos “egos grandes”, as inflexíveis, as de humor oscilante, as que “fervem em pouca água”, as que são opinativas, as que parecem nunca ter opinião sobre nada e… a lista continuaria!

Mas são Pessoas e as Pessoas são um mundo(!) e trazem com ela uma bagagem ilimitada de vida, de percurso, de histórias.

Compreendemos o desabafo dos nossos Clientes. Acima de tudo, pretendemos de alguma forma poder harmonizar ou ampliar-lhes o leque de respostas, de opções de comportamento para poderem lidar com a diversidade de perfis. E a verdade é que sentimos que temos de desconstruir crenças, sempre que alguém põe fora de si a responsabilidade pelas boas ou más relações que tem com os outros.

Quando aprofundamos o tema, chegamos à conclusão que talvez não existam pessoas difíceis. Existem, sim, pessoas com um modus operandi tão diferente do nosso, motivações tão distintas daquelas que nos movem, que nos causam estranheza. E às vezes, desconforto.

Não temos varinhas mágicas, mas acreditamos na versatilidade (que se pode aprender!). E na perspicácia na leitura dos sinais que os outros nos dão. E sim, há ferramentas que ajudam. Uma delas é o modelo de perfis comportamentais DiSC.

Fico sempre bem surpreendida quando os nossos clientes se apropriam do modelo e têm um momento “Uau”. De repente, a realidade das pessoas e das relações ganha uma nova perspetiva. “Agora entendo porque me exaspero com o José”. Ou, “a descrição que está a fazer é tal e qual a minha colega Sofia!”. E rapidamente deixa de ser uma questão de “egos”, de “feitios”. Passa a ser uma questão de perfil comportamental, sendo que não há perfis melhores nem piores. Todos têm forças e fragilidades que, quando se tornam claras e previsíveis para nós, nos abrem todo um conjunto de novas possibilidades de interação. O ónus do sucesso nas relações passa a estar do nosso lado. E por isso, dominar o DiSC dá-nos o comando das relações.

O DiSC amplia-nos o repertório de comportamentos. Não vamos controlar a forma como os outros se comportam connosco, mas compreendendo as suas motivações, podemos reagir de forma diferente. Melhor ainda, podemos antecipar-nos - na gestão de equipas, na negociação com clientes, na interação com o chefe, no alinhamento com pessoas de outras áreas ou departamentos da empresa.

Ganhamos lentes que nos ajudam a ver para além do juízo de valor. Quando entendemos os drivers de atuação dos outros, é-nos mais fácil compreender que as fórmulas motivacionais e de concretização de cada um são distintas, que o entusiasmo se pode expressar de diversas formas, que o risco é vivido distintamente pelos vários perfis e que -tudo isso- não é bom nem mau. É.

E no caminho da aceitação, ganhamos mais bagagem, mais versatilidade e mais resultados.

É por isso que gostamos do DiSC. Se bem compreendido e aplicado no nosso dia-a-dia, ajuda-nos – se quisermos - a SER melhores.

 
 

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